quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Amy Lee... Até onde vai o imprevisível?

Gótica... Depressiva... Uma verdadeira fadinha dark de pele extremamente branca, cabelos pretos e olhos transparentes. Foi assim que conhecemos Amy Lynn Lee em Março de 2003, enquanto sua banda, Evanescence, lançava o primeiro álbum de estúdio, Fallen, e se tornava um fenômeno mundial, ao lado do seu então suposto noivo, o guitarrista Ben Moody.
Logo nos primeiros meses de fama, o Evanescence já passava por maus momentos com uma intriga entre os co-fundadores(Lee e Moody) que já não estavam mais juntos. Então, Ben decidiu deixar a banda no meio de uma turnê europeia, deixando Amy Lee com toda uma responsabilidade nas costas e sozinha no controle, sendo excomungado pelos fãs e pela mídia, embora até hoje não se saiba quem foi o verdadeiro culpado de sua saída.
Amy, como única líder agora, tomou as rédeas e o controle total da banda. Agora ela não era a imagem do Evanescence e sim a principal compositora, a pianista e a verdadeira alma.



Ao final da turnê mundial de Fallen, Amy Lee dizia-se exausta e incapaz de voltar aos estúdios para a gravação de um novo álbum, então, tirou um tempo para descansar. Depois de quase 4 anos - turbulentos e cheios de imprevistos -, é finalmente lançado The Open Door, sendo Amy compositora de todas as faixas e com participações do atual guitarrista Terry Balsamo e do baixista Tim McCord. Com uma sonoridade completamente diferente do disco anterior (mais sombria e com mais influência da música clássica), o disco vendeu apenas metade do que foi vendido por Fallen. Ainda assim, Lee dizia que era o melhor trabalho de sua vida e da carreira do Evanescence, que ela tinha se reinventado e reconquistado aqueles fãs que eram verdadeiros.



Até aí estava tudo bem, até surgirem novos problemas: intrigas com os, até então, guitarrista e baterista, respectivamente, John LeCompt e Rocky Gray. Um dia antes do seu casamento com o terapeuta Josh Hartzler, Amy os demitiu alegando uma certa discordância da parte deles para com a composição das músicas. Segundo o que ela disse à mídia, John e Rocky queriam compor músicas comerciais, expressando sua masculinidade e não era disso que se tratava sua arte. 

Semanas antes do retorno da turnê mundial do álbum The Open Door, Amy Lee contratou novos músicos para substituirem Gray e LeCompt até o fim dos concertos, o guitarrista Troy MacLawhorn e o baterista Will Hunt, que se tornariam membros oficiais futuramente.

Após o fim da The Open Door Tour, Amy disse que o Evanescence daria um tempo indeterminado na carreira de, no mínimo, 2 anos. Neste período participou de alguns projetos fora da banda e até mesmo de um remake da trilha sonora do filme Nightmare Before Christmas de Tim Burton. A música escolhida foi Sally's Song, interpretada na versão original por Fiona Apple. Três anos depois - dando um intervalo total de 5 anos desde o lançamento de TOD -, depois de começos não terminados, contratempos e um incêndio no estúdio, é lançado o auto intitulado Evanescence, com uma sonoridade completamente diferente dos outros 2 álbuns e com letras menos melancólicas, deixando alguns fãs que tanto esperaram desapontados.



Um ano depois é chegado o fim da Evanescence World Tour, com um show emocionante e memorável na Wembley Arena no Reino Unido. E agora Amy Lee declarou que o Evanescence vai dar mais um tempo, de provavelmente outros 5 anos e que prefere ficar no anonimato que ser famosa.

Não sei se daqui a 5 anos os fãs a receberão tão bem novamente. A cada "tempo" que o Evanescence dá, mais fãs desistem da sua música. Uns por se cansarem, outros por não aceitarem as mudanças sonoras que Amy Lee provoca na banda.

O imprevisível se torna previsível demais quando é constante. A pessoa que escreveu um dia "Waking up is knowing who you really are" não parece ser a mesma que escreveu "Do what what you want" e são essas e outros enésimos fatores que fazem os fãs do Evanescence desistirem de acompanhar a banda.

Será que ainda estaremos esperando quando Amy Lee finalmente resolver voltar aos palcos? Ou será que dessa vez ela desistirá mesmo da banda? Nunca se sabe. A única coisa que se sabe é que ela sempre vai dar um tempo, e nós, que a vemos crescer, sempre estaremos esperando para assistir de camarote ao seu triunfo.






Enfim, parabéns pelos seus 31 anos!

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Uma história de loucura



Andava calmamente por um lugar qualquer, onde a lucidez não passava perto. As árvores retorcidas
e mortas mostravam um caminho insano e sem volta.

A cada passo dado, seu coração apertava mais, mas não conseguia sentir nada de diferente. A adrenalina tomava conta de seu corpo, mas não percebia nem o bombear mais forte em suas veias.

A um determinado caminho, já não se lembrava de seu nome, ou o que era. Não sentia amor, ódio, ou até mesmo seu corpo. Estava destinada a andar sozinho naquele lugar sombrio.

Sua aparência horrenda já não importava mais, nem seu dinheiro ou conhecimento adquirido. Tudo era mentira ou perda de tempo. Não sabia porquê de tudo aquilo.

Encontrou-se finalmente com a libertação. O cansaço, a insanidade e a fome o levou. Tudo se tornou real, porém, já era tarde demais.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Sober Death

Sparkling sounds
I tasted purple lights
It was heaven
It wasn't real

Maybe my life sober doesn't worth
I need fantasy to breath
Because my world is an endless agony

Now I see I've never been real
No even me would be able to love myself
I'm lost
I'm done
I've been lived a lie all along
Now that I face the truth
I'm going under my bloody tears

Forsaken
No one can save me from myself
I'm too lonely to forget the pain
Reality is what I fear
Suicide seduces me like blood

Life is like a nightmare
Just most disturbing and dark
Death, come to save me
My final time

Too sick to speak

I'm scared of the insanity
Too mich pain in my life
As I wouldn't get it anymore
And dye on my fears
Agonize on my satelite of dark feelings

Life is a walk to death
And death comes to life
My body is like a music box
Sounding sad melodies
Singed by a depressed spirit
In life or in death

Light is right there
I keep walking
Yet shadows keep following me

sábado, 1 de dezembro de 2012

Empty


You don't need to make a statue of yourself to seem like you're important.
You don't need to be famous to be loved.
You just don't need anything to keep up your appearance.
You're just denying your fears because society says that you're old enough to fear something.
You're just hidding yourself from your insecurities
As soon you become coward. Like you're now.
If you're scared about something, just be.
If you're life is not so perfect as could be, get up and start to make it better.
If everything's going bad, start over. One day you'll won.
If you're not popular, just overcome about it.
Someone will love you the way you are.
The few friends you have are who you need to be fine.
Believe in yourself and make your dreams come true.
Nothing falls from the sky, so fight for what you want.
You're just yourself.
No one can change it.